A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (22) por derrubar a flexibilização da Lei da Ficha Limpa, aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado, para limitar o prazo de inelegibilidade de políticos condenados.
Para a ministra, as alterações "estabelecem cenário de patente retrocesso" e devem ser consideradas inconstitucionais por violarem princípios essenciais da República, como os da probidade administrativa e moralidade pública.
"O Supremo Tribunal atua no sentido de afastar por antijurídicos quaisquer comportamentos e atos que impeçam, dificultem ou embacem a probidade administrativa e a moralidade pública inerente ao regime republicano."
"Não pode participar da vida política-eleitoral quem descumpre as normas constitucionais e legais", escreve Cármen Lúcia.
Julgamento
O Supremo começou a julgar nesta sexta-feira (22) uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) que questiona as modificações promovidas na Lei da Ficha Limpa. O julgamento ocorre em plenário virtual. Os demais ministros têm até o dia 29 de maio para votar.
Cadastre seu email e receba nossos informativos e promoções de nossos parceiros.
Relatora no STF, ministra Cármen Lúcia vota por derrubar flexibilização da Lei da Fich...
Governo Federal formaliza ordem de serviço para novo terminal em Ji-Paraná, Rondônia
Chefe da assessoria de segurança do TRE morre durante viagem a Vilhena
PF mira esquema de fraudes em benefícios sociais e cumpre mandados em Porto Velho e Guaja...
Governo Federal formaliza ordem de serviço para novo terminal em Ji-Paraná, Rondônia
Chefe da assessoria de segurança do TRE morre durante viagem a Vilhena
Novo bloqueio judicial automático de contas exige atenção de devedores
Desaparecido há mais de um mês, juiz federal é encontrado morto