Uma investigação que identificou ameaças e a elaboração de um plano para executar policiais penais levou à deflagração da Operação Xeque Mate, realizada na manhã desta segunda-feira (2), em Porto Velho.
A ação foi conduzida pela Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO 1), vinculada ao Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (DECCO).
A apuração aponta que presos ligados a uma organização criminosa com atuação no Estado planejavam atentados contra policiais penais. As ameaças teriam surgido após a atuação desses servidores para impedir a entrada de entorpecentes e aparelhos celulares em uma unidade prisional, o que provocou prejuízo às atividades ilícitas da facção.
Foram expedidos 10 mandados, entre ordens de busca e apreensão e de prisão, além de medidas destinadas à transferência de lideranças do grupo para o sistema penitenciário federal.
As ordens foram cumpridas com apoio de diversas delegacias e setores especializados da Polícia Civil. A operação contou ainda com a participação de policiais penais das unidades envolvidas e do Grupo de Ações Penitenciárias Especiais (GAPE), vinculado à Secretaria de Estado da Justiça (Sejus).
O nome “Xeque Mate” faz referência a uma expressão identificada nas comunicações dos investigados, usada como sinalização de autorização final para a execução dos atentados planejados. A ação resultou na neutralização do plano criminoso.
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