Mpox em Porto Alegre: veja os sintomas da doença após o 1º caso confirmado durante o Carnaval
Os principais sinais e sintomas da Mpox aparecem, normalmente, de 3 a 16 dias após o primeiro contato com o vírus
Os principais sinais e sintomas da Mpox aparecem, normalmente, de 3 a 16 dias após o primeiro contato com o vírus
Com a confirmação do primeiro caso da doença Mpox em Porto Alegre (RS) em 2026, na terça-feira (17), o vírus passou a ser um dos assuntos mais procurados na web. Em 2025, foram 11 casos confirmados na capital gaúcha.
A Mpox é uma doença zoonótica viral causada pelo MPXV (Mpox vírus), do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae. A transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas, materiais contaminados ou animais silvestres (roedores) infectados.
Em meio ao registro de casos em países fora das regiões onde a doença era mais comum, a mpox voltou ao radar das autoridades sanitárias, levantando um alerta sobre os sintomas.
De acordo com o Ministério da Saúde, os principais sinais e sintomas da Mpox incluem:
O intervalo de tempo entre o primeiro contato com o vírus até o início dos sinais e sintomas da Mpox é normalmente de 3 a 16 dias, podendo chegar a 21 dias. Após a manifestação de sintomas como erupções na pele, o período em que as crostas desaparecem, o infectado deixa de transmitir o vírus a outras pessoas.
As lesões podem ser planas ou levemente elevadas, preenchidas com líquido claro ou amarelado, podendo formar crostas, que secam e caem, de acordo com informações do Ministério da Saúde.
O número de lesões em uma pessoa pode variar de algumas a milhares de lesões e as erupções tendem a se concentrar no rosto, na palma das mãos e planta dos pés, mas podem ocorrer em qualquer parte do corpo.
O tratamento dos casos de Mpox tem se sustentado em medidas de suporte clínico com o objetivo de aliviar sintomas, tratar complicações e evitar sequelas.
A maior parte dos casos de pessoas diagnosticadas com a doença apresenta sinais e sintomas leves e moderados. Até o momento, não se dispõe de medicamento aprovado especificamente para Mpox.
Na terça-feira (17) de Carnaval, a Vigilância Epidemiológica de Porto Alegre confirmou o primeiro caso de Mpox do ano. A doença teria sido contraída fora do Rio Grande do Sul.
A prefeitura alertou a população para evitar a infecção pelo vírus, sobretudo durante as festas de Carnaval. “Quem vai festejar o Carnaval deve examinar sua pele e observar a presença de erupções, bolhas ou feridas, especialmente na área genital, boca, mãos e pés antes de sair”, disse o órgão municipal.
Entre as principais formas de prevenção, estão:
*Com informações do Ministério da Saúde
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