A equipe do governo do Estado esteve reunida, na última sexta-feira (3), no gabinete da Secretaria de Estado da Saúde, para dar continuidade ao projeto de construção do novo Hospital e Pronto-Socorro João Paulo II, em Porto Velho.
De acordo com o secretário da Sesau, Fernando Máximo, mais um importante passo foi dado com toda a equipe de governo. “Estamos avançando em prol do novo hospital. São vários passos a serem seguidos, não podemos trocar os pés pelas mãos e, por isso, estamos seguindo exatamente como deve ser, fizemos o estudo de viabilidade que mostrou que o modelo BTS é a melhor opção. Agora, estamos montando a questão do estudo de viabilidade financeira”.
Ainda de acordo com Máximo, o estudo de viabilidade vai dizer quanto tempo deve durar o contrato, depois de quanto tempo o prédio passa a ser do Estado, o valor mensal do financiamento a ser pago pelo governo e outros detalhes.
“Fizemos um estudo, por solicitação do Ministério Publico e do Tribunal de Contas, para mostrar que realmente o BTS é a melhor opção, confirmado então pelos órgãos competentes. Estamos abrindo o segundo estudo de viabilidade e todas essas questões financeiras devem ser levantadas para que possamos fazer tudo de forma correta, honesta, transparente, sem causar prejuízo para Estado. Esses passos são burocráticos, mas importantes. Os órgãos de controle exigem essa cautela para que não sejamos responsabilizados no futuro”.
Pelo modelo Built To Suit-BTS (construir para servir), o governo de Rondônia pretende construir a unidade de saúde com qualidade e em menos tempo.
“Nossa meta é fazer uma obra no menor tempo possível e com a melhor qualidade para oferecer saúde de forma humanizada para o povo de Rondônia, além de melhores condições de trabalho aos nossos servidores”, afirmou Fernando Máximo.
A construção do novo João Paulo II é prioridade da gestão Marcos Rocha. Desde eleito, já em dezembro de 2018, que o governador e o secretário de Saúde pensavam num projeto alternativo, tendo em vista que pelo método tradicional a construção de um hospital desse porte, com 400 leitos, no Brasil, demora cerca de 10 anos, em média, para ser construído.
“Foi então que começaram a imaginar o BTS, que é um modelo no qual o parceiro privado constrói o edifício e entrega para o Estado. A partir daí, o Executivo começa a utilizar e a pagar as prestações. Depois de um prazo de 20 a 25 anos, dependendo do contrato, esse imóvel passa a ser definitivamente do governo de Rondônia. O governador Marcos Rocha está empenhando e acompanhando de perto esta questão para darmos condição digna para os rondonienses”, destacou Fernando Máximo.
A reunião contou com a participação da Secretaria de Estado de Finanças (Sefin), Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Sepog), Casa Civil, Controladoria Geraldo do Estado (CGE) e Procuradoria Geral do Estado (PGE).
Fonte: Secom
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