A Polícia Federal conseguiu colocar na cadeia 17 pessoas acusadas de integrar uma organização criminosa responsável por envio de carregamento de drogas de Rondônia para os estados de Minas Gerais e Mato Grosso. As prisões aconteceram nesta quarta-feira (2), durante a Operação Paralelo.
Além das prisões, os policiais cumpriram 26 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela Vara de Delitos de Tóxicos de Porto Velho. Armas de fogo, munições, documentos, e R$ 65 mil em dinheiro e cheque, foram apreendidos pela Polícia.
Durante o cumprimento das cautelares, três pessoas foram flagranteadas por posse ilegal de arma de fogo e munições, segundo a PF. Foram apreendidos ainda, 18 carros e duas carretas.
As investigações foram iniciadas em novembro de 2020, com a finalidade de identificar a participação dos integrantes da Organização Criminosa (Orcrim) sediada em Porto Velho e interior de Rondônia, com cadeia de comando devidamente dividida e estruturada, voltada a prática do tráfico interestadual de drogas.
Durante as investigações constatou-se que os integrantes do grupo criminoso atuavam estocando e transportando cloridrato de cocaína escondido em caminhões e remetendo para o Sudeste do País.
Diante dos fatos apurados, foi possível frustrar três remessas consideráveis de cloridrato de cocaína da Organização totalizando cerca de uma tonelada de substâncias ilícitas apreendidas em flagrantes realizados nas cidades de Sapezal (MT), Primavera de Rondônia (RO) e Jataí (GO).
Os presos, após serem ouvidos pela Polícia Federal, foram encaminhados para o sistema prisional onde responderão pelos crimes de tráfico interestadual de drogas, associação para o tráfico, bem como lavagem de dinheiro cujas penas somadas podem chegar a mais de 40 anos de prisão.
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